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Qual a diferença entre manutenção corretiva, preventiva e preditiva – Parte 1

Qual a diferença entre manutenção corretiva, preventiva e preditiva – Parte 1

Prestes a investir em algum equipamento, seja no meio corporativo ou no pessoal, alguns fatores devem ser levados em consideração. Se não o principal, um dos que mais chamam a atenção é o fator manutenção. Contudo, além da importância econômica e logística, assim sendo algo que pode definir se uma decisão foi bem planejada, ao pensar em manutenção é importante estar atento, pois há várias categorias. Nessa série de 2 posts, vamos apresentar 3 tipos de manutenção: preventiva, corretiva e a preditiva. Afinal, qual a diferença?

 

Como surgiu e qual o conceito

 

Segundo o SENAI-CFP “Alvimar Carneiro de Rezende” de Contagem/MG, “a manutenção embora despercebida, sempre existiu, mesmo nas épocas mais remotas. Começou a ser conhecida com o nome de manutenção por volta do século XVI na Europa central, juntamente com o surgimento do relógio mecânico, quando surgiram os primeiros técnicos em montagem e assistência”¹.

Como conceito, ainda pelo SENAI-CFP, “podemos entender manutenção como o conjunto de cuidados técnicos indispensáveis ao funcionamento regular e permanente de máquinas, equipamentos, ferramentas e instalações. Esses cuidados envolvem a conservação, a adequação, a restauração, a substituição e a prevenção”¹.

 

Manutenção não planejada e planejada e a diferença entre manutenção corretiva, preventiva e preditiva

 

Em sua apostila de Gestão de Manutenção, o SENAI-CFP destaca os diferentes tipos de manutenção não planejada e planejada. A manutenção não planejada pode ser classificada em duas categorias: a corretiva e a de ocasião. A exemplo, “a manutenção corretiva tem o objetivo de localizar e reparar defeitos em equipamentos que operam em regime de trabalho contínuo”¹.

Já a manutenção planejada pode ser classificada em quatro categorias: preventiva, preditiva, TPM e Terotecnologia. A exemplo, a “manutenção preventiva consiste no conjunto de procedimentos e ações antecipadas que visam manter a máquina em funcionamento”¹.

Outra categoria, sendo uma das mais utilizadas é a manutenção preditiva que “é um tipo de ação preventiva baseada no conhecimento das condições de cada um dos componentes das máquinas e equipamentos. Esses dados são obtidos por meio de um acompanhamento do desgaste de peças vitais de conjuntos de máquinas e de equipamentos. Testes periódicos são efetuados para determinar a época adequada para substituições ou reparos de peças. Exemplos: análise de vibrações, monitoramento de mancais, etc”¹.

Em seu portal online, a Revista Manutenção³ traz a diferença entre manutenção corretiva, preventiva e preditiva:

– Corretiva: reparo realizado quando o equipamento está com funcionamento precário que afeta a sua operação, sendo essa uma parada não prevista;

– Preventiva: reparo que segue um plano de trabalho de acordo com critérios técnicos definidos;

– Preditiva: também conhecida como manutenção baseada em condições, tem como objetivo a redução da aplicação de manutenções corretiva e preventiva, uma vez que pode prever a falha ou a quebra do ativo.

 

Manutenção Preventiva e as 3 razões para valorizar na indústria

 

O SENAI-CFP classifica a origem desse tipo de manutenção onde devido “a intensa concorrência, os prazos de entrega dos produtos passaram a ser relevantes para todas as empresas. Com isso, surgiu a motivação para se prevenir contra as falhas de máquinas e equipamentos”¹.

A CNI – Confederação Nacional da Indústria, através do seu portal online Agência CNI de Notícias, trouxe uma entrevista com o coordenador do Programa de Manutenção Industrial do SENAI Empresa do Mato Grosso do Sul, engenheiro mecânico Jeancarlos Lucietto que apresentou as 3 razões para valorizar a manutenção preventiva na indústria².

Como primeira razão a redução de custos, já que “as paradas corretivas, que não são programadas, têm grande impacto no processo produtivo, porque geram perdas de produção, problemas de qualidade e retrabalho”².

Maior produtividade é a segunda razão, pois “a indústria precisa das máquinas para produzir e quando uma delas quebra, toda a produção fica comprometida. Por isso é importante ter um planejamento estruturado para ser seguido com datas programadas para as manutenções preventivas e evitar ao máximo que os equipamentos fiquem parados por falhas repentinas”.

A terceira razão é a segurança dos trabalhadores, Lucietto conclui que “com as paradas programadas, há um tempo maior para planejar as ações de manutenção, resultando em maior segurança das instalações, melhor qualificação dos colaboradores e maior proteção do meio ambiente”².

 

Qual a diferença entre manutenção corretiva, preventiva e preditiva – Parte 2

 

No próximo post iremos falar sobre a Manutenção Preditiva e a solução da WEG para motores elétricos e com o quê a qualidade da manutenção está relacionada. Até a próxima!

 

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Fontes

 

¹ http://www.univasf.edu.br/~castro.silva/disciplinas/MAN/apostila_senai.pdf

² https://noticias.portaldaindustria.com.br/listas/3-razoes-para-valorizar-a-manutencao-preventiva-na-industria/

³ https://www.revistamanutencao.com.br/literatura/tecnica/tecnologia-da-informacao/manutencao-preditiva-preventiva-e-corretiva-de-ativos-como-identificar.html

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